Greve dos bancários pode terminar nesta segunda-feira
Após 20 dias de paralisação, profissionais devem aprovar proposta de reajuste
Funcionários de algumas agências já começaram a retiram adesivos da greve (Diogo Moreira/Futura Press)
Em algumas cidades da região Sul, a greve já acabou. A tendência é de que as agências abram normalmente na terça
Sindicatos de bancários do Brasil todo marcaram audiências para o fim da tarde desta segunda-feira para decidir se continuam ou encerram a greve da categoria, que já se estende por 20 dias. Após três propostas da parte da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) - todas rejeitadas pelo sindicato -, na sexta-feira foi oferecido um pacote com reajuste de 9%, configurando um aumento acima da inflação do período. "A tendência é que a greve acabe e as agências abram normalmente amanhã", afirmou Ademir Wiederkehr, porta-voz da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf).
De acordo com a entidade, que participou das negociações, a orientação do comando nacional dos bancários é para que os grevistas aprovem a proposta. Se for de fato aprovado, o piso salarial para a função de caixa passa a ser 1.900 reais, e 1.400 reais para a função de escriturário. Haverá também aumento na Participação de Lucros e Resultados (PLR), com um aumento da parcela adicional de 1.100 reais para 1.400 reais, mais um aumento do teto da parcela de 2.400 reais para 2.800 reais. Além disso, os dias parados não devem ser descontados e os bancários devem ficar proibidos de transportar valores e não poderão mais ser elencados em rankings individuais de desempenho.
Na noite de domingo as assembleias dos bancários de Curitiba, no Paraná, e Criciúma, em Santa Catarina, aceitaram as propostas de Fenaban, Banco do Brasil e Caixa Federal e a paralisação foi encerrada. Os bancários de Londrina e região realizaram assembléia na manhã desta segunda-feira e também aprovaram as propostas, acabando com a greve. Também na manhã desta segunda-feira, os bancários de Porto Alegre aprovaram a proposta de Fenaban, pondo fim à greve nos bancos privados
(fonte veja)
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